CATEGORIA: Educação

Iniciativa do Grupo Corpo abre o universo da arte para jovens moradores da periferia de BH

Projeto realiza oficinas com diversas temáticas artísticas além da dança

O Grupo Corpo é reconhecido como um dos melhores do mundo de balé contemporâneo. O que nem todo mundo sabe é que existe outro projeto que a companhia mineira desenvolve há 17 anos em Belo Horizonte (MG). O Corpo Cidadão promove a educação de crianças e jovens em comunidades de risco por meio da arte.

Desde a fundação da ONG, muitos jovens foram beneficiados com oficinas de dança, capoeira, percussão, pintura, entre outros programas de capacitação. Confira alguns depoimentos de participantes que tiveram suas vidas mudadas pelo projeto:

A iniciativa tem abrangência municipal, sendo realizado em diferentes regiões da capital mineira. Cada unidade conta com equipes compostas por profissionais da dança, envolvidos de alguma forma com a companhia. As oficinas são sempre gratuitas e abertas a crianças a partir de 5 anos e jovens de até 26 anos.

Outro braço do Corpo Cidadão é a capacitação utilizando grupos experimentais. Dessa maneira, os participantes do projeto podem compartilhar o aprendizado em suas comunidades, como foi o caso da bailarina Patrícia Nara. Aos 21 anos, ela é educadora em um projeto social no Aglomerado da Serra, uma região de vilas e favelas da zona centro-sul da cidade.

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Ficou curioso para saber mais sobre o trabalho realizado pelo Corpo Cidadão? Fique de olho no site! Todos os anos eles apresentam um espetáculo de dança no Palácio das Artes. Audições para novos talentos são abertas regularmente, como aconteceu no último mês de abril.

É a arte transformando uma cidade e mostrando novos caminhos para jovens carentes. No ano passado, um aluno do projeto foi aceito no Grupo Corpo como bailarino profissional. As oportunidades são várias para os jovens e para a cidade.

 

Pontevedra é exemplo de “cidade para pessoas” na Europa

A cidade da Espanha ganhou investimento em infraestrutura para pedestres, inclusão social e redução da contaminação sonora, atmosférica e hídrica

A capital da província de Pontevedra, também chamada Pontevedra, mudou radicalmente desde 1999. A partir deste ano, a prefeitura começou a empreender uma reforma urbana centrada no conceito de que o ser humano e suas atividades são os protagonistas absolutos de uma cidade.

Nos últimos anos do século XX, a cidade a noroeste da Espanha estava em situação crítica.  Bairros inteiros degradados, inclusive o centro histórico, muita poluição sonora e do ar e alta taxa de mortalidade em acidentes de trânsito. Seus habitantes se mudavam para outras cidades à procura de melhores condições de vida. Foi então que um novo plano de governança, em constante diálogo com a população, começou a ser colocado em prática.

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Um grande desafio que foi completado em 15 anos e premiado em 2014 pelo Prêmio Internacional de Dubai, patrocinado pela ONU, por suas boas práticas em mobilidade e acessibilidade.

Os principais objetivos das mudanças foram eliminação da contaminação do ar, sonora e dos recursos hídricos, maior segurança das ruas, acessibilidade, preferência aos pedestres, redução drástica do trânsito da cidade. Isso fora a busca pela recuperação da auto estima das pessoas, com a recuperação de bairros degradados, fomento da autonomia pessoal e aproveitamento integral de espaços públicos.

Uma das grandes apostas foi na conversão do centro histórico em uma área para pedestres. Os comerciantes da área ficaram apreensivos à princípio, temendo a redução dos negócios. Mas logo foi possível enxergar o aumento nas vendas e na vidalidade dos espaços públicos, que tornaram a zona mais segura e agradável. Houve redução de 90% dos deslocamentos desnecessários ao centro e um aumento de 30% da população que vive na área.

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Outra medida polêmica foi a redução da velocidade máxima de trânsito dentro da cidade para 30km/h, o que fez com que mais de dois terços dos deslocamentos hoje sejam realizados à pé ou de bicicleta.

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Outras grandes mudanças incluem o desaparecimento das barreiras físicas para cadeiras de rodas, o tratamento de 70% da rede de esgoto e redução da emissão de CO2 para meia tonelada anual. Pontevedra é a única cidade da região de Galícia que não tem um anel rodoviário em suas imediações.

O objetivo agora é expandir o modelo para as 15 cidades ao redor de Pontevedra. Além do prêmio de Dubai, a cidade também ganhou o prêmio CERMI de referência em acessibilidade, Cultura Galega em recuperação urbana, Intermodes 2013 em recuperação urbana, DGT e Fexvial em seguridade vial, entre outros.

 

Quem fez acontecer?

Prefeitura de Pontevedra, em parceria com diversos grupos sociais, culturais e políticos da cidade.

Como lidar com o trânsito caótico de uma grande cidade

Na Índia, um projeto convida cidadãos a fazerem a gestão compartilhada do trânsito

Se você já viajou para algum destino na Ásia, provavelmente esta imagem abaixo não é uma surpresa.

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A situação acima não é exagero e foi observada na cidade de Bangalore, na Índia. Dependendo do horário do dia pode ainda ser pior.

Um dos problemas enfrentados pelas estradas cada vez mais congestionadas deste país é que não há flagrante para a violação das regras de trânsito. Na maioria dos casos, as pessoas tendem a seguir as regras de trânsito somente quando há um guarda nas imediações.

Para tentar mudar a maneira como as pessoas se comportam, a polícia de trânsito da cidade lançou um projeto polêmico que traz uma iniciativa inédita: o “Public Eye” permite que os cidadãos desempenhem o papel de guardas de trânsito ao denunciar irregularidades.

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Trata-se de uma plataforma online que também funciona em um aplicativo para dispositivos móveis que qualquer cidadão pode baixar, com funcionamento bem simples.

1. Se você vê uma pessoa ou veículo violar uma regra de tráfego particular, basta tirar uma foto da violação com o telefone.

2. Em seguida, compartilhar a foto (juntamente com seus dados) através do app ou do site.

3. Pronto. Está feita a denúncia.

Os criadores da ferramenta afirmam que os dados dos usuários são mantidos em sigilo e, embora existam preocupações sobre falsas acusações, eles acreditam que com o tempo elas passarão a ser menores e mais facilmente identificadas.

Outra questão que também ganhou as rodas de discussões é o por que o trânsito na cidade não pode ser melhor controlado pelas autoridades encarregadas.

Bangalore é uma cidade que teve um crescimento muito rápido no setor industrial de TI e um aumento considerável das oportunidades de trabalho. Consequentemente, a população cresceu nas áreas urbanas fazendo com que as estradas não conseguissem suportar a nova demanda de transporte. O que piora e aumenta a pressão do tráfego em Bangalore é também a falta de espaço para expansão das estradas.

Por essas e outras razões, o aplicativo foi criado como uma tentativa de lidar com o desafio do trânsito de maneira mais eficaz, ao convidar os cidadãos para serem parte da mudança. A instituição resolveu abraçar a tecnologia e democratizar a gestão do tráfego para então dar um passo significativo na transformação tão urgente da cidade.

No Equador uma iniciativa revitalizou a memória histórica da capital

Em Quito um projeto trouxe uma nova cara para um dos centros históricos mais bonitos da América Latina

O desenvolvimento e a evolução de uma cidade nem sempre estão relacionados a avanços tecnológicos ou inovações científicas. Às vezes, um simples resgate da tradição pode ser a ação responsável por trazer de volta um sentimento de bem-estar e orgulho que vai inspirar as pessoas a mudar sua maneira de interagir com o entorno.

Em Quito, no Equador, visitas turísticas guiadas e a valorização da história do país estão fazendo a capital renascer. Para se ter uma ideia, a cidade tem o centro histórico mais preservado e menos alterado dentre os países da América Latina. No entanto, seus 2 milhões de habitantes não estavam acostumados a valorizar isso. Afetado por um terremoto em 1987, o centro histórico acabou perdendo seu valor e virou casa daqueles que não podiam se dar ao luxo de mudar para outro lugar mais seguro e mais caro. Suas ruelas ficaram degradadas e inseguras com o tempo.

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Ainda bem que o rumo da história tem mudado graças a uma organização que contribui para uma mudança de atitude da população. Quito Eterno  foi fundada em 2002 por jovens que queriam apresentar a história esquecida da sua cidade aos visitantes de fora. Agora, mais de uma década depois, as visitas guiadas da ONG tornaram-se um marco na educação da população jovem, e vem transformando a mentalidade coletiva do país.

Um dos idealizadores do projeto diz que eles se colocaram à frente como uma forma de educação alternativa no início, com uma ideia simples: passeios dramatizados para explorar a história da cidade e a memória cultural. Ao longo dos anos, Quito Eterno se sustentou através dos passeios e todos os seus guias são funcionários pagos. Além disso, é tudo falado em espanhol e destinado aos moradores.

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O resultado se vê nas ruas e no pensamento da população que passou a valorizar sua história e sua cidade. A consequência disso? As pessoas passam a acreditar mais em si mesmas e a cidade inspira mais inovação e confiança.

Prefeitura de São Paulo cria aplicativo para se comunicar com os habitantes

Os cidadãos ganharam um app para ficarem mais próximos das mudanças propostas pela nova lei de zoneamento

Ao pensar em uma maneira mais fácil para se comunicar com os cidadãos, a Prefeitura de São Paulo, através de um projeto realizado pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano que criou uma ferramenta inovadora de participação popular para fortalecer a revisão da lei de zoneamento. Confira aqui as mudanças que a nova lei propõe para a maior cidade do Brasil.

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O app chamado Olhares Urbanos cria um canal de comunicação entre a cidade e as pessoas que podem enviar e visualizar fotos que se relacionem de alguma forma com a aplicação dos novos parâmetros urbanísticos na cidade. O objetivo é fazer com que as pessoas identifiquem exemplos aplicados na prática e influenciem positivamente no dia a dia.

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De acordo com os documentos e informações disponibilizadas no site, a pauta contempla o incentivo às fachadas ativas (ocupação da fachada localizada no alinhamento de passeios públicos) e o uso misto de edifícios (estímulo para equilibrar a oferta de habitação e emprego na cidade).

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Quem ainda não tem um aparelho compatível, já que o aplicativo está disponível apenas para sistema Android), pode colaborar por uma plataforma online aberta. Clique aqui e confira.

Uma iniciativa que pode ajudar São Paulo em vários aspectos, mas especialmente na difícil tarefa de solucionar, ou pelo menos melhorar, as questões de mobilidade e moradia que hoje são uma grande dor de cabeça para a cidade.

Designers de guerrilha ocupam as ruas de Paris com mobiliário feito de lixo

Os artistas fazem performances noturnas para transformar materiais descartados em móveis

Os designers de móveis Duccio Maria Gambi e Mattia Paco Rizzi coletam pallets de madeira e móveis doados para criar mobiliário de guerrilha em  Paris, na França. O projeto se chama Chapitre Zero e seu objetivo é tornar espaços públicos mais agradáveis para as pessoas e oferecer mobiliário feito na rua mesmo, com materiais reaproveitados. O projeto existe desde o começo de 2013, quando um grupo de amigos designers que vivem em Paris decidiram reaproveitar materiais que viam disponíveis pela cidade. Eles decidiram construir tudo na rua mesmo, de madrugada, numa espécie de performance noturna.

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Os designers trazem consigo lanternas, ferramentas sem fio e tudo mais que precisarem para transformar os pedaços de madeira e tecido em mobília. As instalações são feitas especificamente para cada lugar que são construídas: ruas parisienses, margens do rio Sena e estações de metrô.

Quem quiser participar das ações do projeto podem entrar em contato com os organizadores pelo Facebook e saber quando serão as próximas reuniões.

Quem fez acontecer?

Os designers de móveis Duccio Maria Gambi e Mattia Paco Rizzi

Quer ver uma ideia como essa acontecer na sua cidade?

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Santa Rita do Sapucaí se firma como um dos maiores pólos de inovação do país

A cidade do sul de Minas se torna uma das mais interessantes do país por seu ritmo empreendedor

O que faz uma cidade ser considerada empreendedora? Geralmente são lugares que favorecem o empreendedorismo através de atividades de inovação, tecnologia e conhecimento aplicado que podem se dar por investimentos de iniciativa privada e boas políticas governamentais. Possuem também excelentes universidades e, acima de tudo, adotam e vivenciam uma cultura empreendedora no dia a dia. Sua cidade tem alguma destas características?

Em Minas Gerais, uma cidade tem várias. Santa Rita do Sapucaí, bem ao sul do estado, vem se revelando um terreno fértil para empresas e pessoas criativas afim de desenvolverem projetos inovadores. Quer saber o por que? Coletamos alguns destaques que o Festival  Cidade Criativa, Cidade Feliz listou sobre a Santa Rita em sua fanpage.

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1. Tecnologia e empreendedorismo

Santa Rita do Sapucaí conta, hoje, com mais 150 empresas de tecnologia que empregam cerca de 10 mil pessoas e podem gerar um faturamento de R$ 2,7 bilhões em 2014.

Fonte

Além disso, ela entrou para a lista das 10 melhores cidades brasileiras para se abrir uma empresa de tecnologia. É por isso que ela é conhecida como “O Vale da Eletrônica”.

Fonte.

2. Cultura

Anualmente acontece o evento cultural Cidade Criativa, Cidade Feliz que surgiu graças à parceria e apoio de diversas instituições privadas e públicas da cidade, além de contar também com a participação de voluntários. E tem a intenção de conectar diferentes pessoas, ideias e interesses criando uma experiência única para Santa Rita do Sapucaí.

Um dos festivais de jazz e blues mais importantes do pais também acontece por lá.

Fonte.

3. Educação

Investimento em instituições de ensino de qualidade que preparam os alunos para o mercado de trabalho de maneira mais eficiente e prática.

Fonte.

4. Turismo

A cidade possui atrações diversificadas que vão da gastronomia, passando por belezas naturais e até a diversão dos carnavais de rua. Tudo isso vem estimulando o turismo na região.

Fontes.

Quem fez acontecer?

Uma união de várias iniciativas públicas, privadas e individuais.

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Indiano muda a vida de vilarejos nos Himalaias por meio do turismo responsável

Dheeraj Sharma criou a Davil on Wheels, iniciativa que sugere roteiros turísticos que levam a vilas que precisam de voluntários

E se além de viajar para conhecer novos lugares, você também pudesse fazer a diferença para a comunidade local? O turismo responsável é o mote da empresa criada pelo indiano Dheeraj Sharma, a Devil on Wheels.

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O foco da empresa são experiências nos Himalaias, principalmente na cidade de Jammu. E quem decide realizar algum dos roteiros oferecidos pode, por exemplo, ir de bicicleta a algumas das aldeias mais remotas da região. Lá, você vai ajudar as crianças com educação, os moradores com meios de subsistência, a comunidade com cuidados de saúde e realizar várias iniciativas para tornar a região um lugar melhor.

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Dheeraj conta que tudo começou há quase cinco anos quando uma viagem normal se transformou em uma experiência inesquecível. Ele ficou profundamente tocado pela pobreza e dificuldades da região e se sentiu compelido a ajudar a desenvolver o talento daquelas pessoas que vivem uma vida como esta devido à falta de recursos e oportunidades.

Ele então começou a viajar mais e passar mais tempo com a comunidade para entender sua cultura e ouvir suas histórias. E quanto mais viajava, mais se apegava à comunidade. Foi a partir deste sentimento que surgiu a plataforma Devil on Wheels para ajudar os moradores dos Himalaias.

Antes era apenas um blog, mas hoje a Devil on Wheels é uma plataforma que cobre mais de 17 aldeias dos Himalaias e ajuda a comunidade local com diversas iniciativas. Uma delas é conectar os guias locais diretamente com os viajantes. A empresa também doa medicamentos e itens de papelaria para várias lojas e escolas da região.

 

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Nas palavras de Dheeraj, “é uma iniciativa turística focada. Perguntamos às pessoas se elas gostariam de comprar kits de medicamentos/papelaria, o limite de preço é de 500 rúpias. Então elas vão e distribuem estes produtos nas aldeias onde tais coisas básicas não estão disponíveis.”

Quem fez acontecer?

O gerente de projetos de software indiano e apaixonado por viagens e fotos Dheeraj Sharma.

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Cidade na Bolívia cria sistema de transporte inovador por meio de teleféricos

El Alto, cidade mais alta do mundo, criou um sistema que pode se tornar um dos mais ousados dos últimos tempos

O que fazer quando a única opção de transporte entre duas cidades é uma estrada constantemente congestionada e perigosamente sinuosa? Aproveitar as características naturais para solucionar o problema. Foi esse o caso da cidade boliviana El Alto, situada a 4.000m de altitude na região metropolitana de La Paz. A capital da Bolívia se encontra em um vale profundo no meio das montanhas dos Andes. Logo, o teleférico é o meio de transporte ideal para cruzar a grande distância vertical em pouco tempo.

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O projeto Mi Teleferico, inaugurado em maio de 2014, custou cerca de 234 milhões de dólares e terá 3 linhas de teleférico, 11 estações e um total de 427 gôndolas. Na prática, trajetos que antes eram realizados em 2 horas, demorarão não mais do que 24 minutos.

Até o momento, o número de viagens diárias tiveram uma média de 42.000 usuários, de acordo com a Agência Boliviana de Informação. E dois ajustes ainda são aguardados pelos cidadãos para aumentar ainda mais a adesão: cartões recarregáveis e tarifas pela metade do valor para passageiros com deficiência física.

Quando todas as três linhas estiverem em execução, o Mi Teleférico será o maior sistema de teleférico urbano do mundo.

Quem fez acontecer?

O Mi Teleferico foi uma iniciativa do governo de Evo Morales.

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Cincinnati cria evento para proporcionar nova experiência de ocupação dos espaços públicos

O evento de rua oferece uma infinidade de atividades para os moradores de diferentes bairros da cidade

Na maioria dos países do hemisfério norte é assim: chega o verão e as pessoas invadem parques e praças para aproveitar até o último raio de sol do dia. Nos EUA não seria diferente. São várias as iniciativas para entreter a população nos espaços públicos nesta época do ano.

Uma ideia que já vem acontecendo em várias cidades do país (e não só restrita aos EUA) são os eventos que fecham ruas para o trânsito de veículos convidando as pessoas a participarem de uma infinidade de atividades de lazer, educação e saúde. Afinal de contas, as ruas são os maiores espaços públicos disponíveis, de acordo com o Cincy Summer Streets.

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A cidade de Cincinnati, em Ohio, recebeu pela primeira vez esse tipo de evento. E as atrações realmente são de impressionar pela quantidade e diversidade. Além de aulas de yoga, jardinagem, aulas sobre fósseis para crianças, pintura comunitária, caminhada, jazz contemporâneo, corrida, flashmob e outras ativididades para movimentar o corpo, o evento também apóia comerciantes e empresários locais.

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O diferencial deste para outros eventos do tipo, é que o Cincy Summer Streets vai se replicar em várias regiões da cidade em diferentes datas. Dessa maneira, muitos bairros poderão se conectar com seus moradores e outros vindos de diferentes áreas, promovendo um movimento social bem interessante para uma cidade mais integrada.

A boa notícia é que esta ideia não é uma novidade e pode ser replicada de diferentes formas em qualquer parte do mundo. Ponto positivo para o Brasil e seu clima não tão severo durante quase todo o ano, não concorda?

Quem fez acontecer?

O evento de Cincinnati tem patrocínio de empresas do setor privado e apoio de diversas empresas e instituições.

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