CATEGORIA: Turismo

Com apoio da Emater, moradores se mobilizam e movimentam a economia local

O turismo de base comunitária contribuiu também para retenção de moradores nas pequenas cidades

Apesar do forte potencial do turismo histórico de vários municípios Minas Gerais, a atividade não está disseminada em todos eles. Com o objetivo de reverter essa situação Emater-MG desenvolveu o Programa de Turismo de Base Comunitária para estimular o desenvolvimento econômico da região, com o apoio das comunidades locais. O foco do programa sãs as cidades do Circuito Caminho dos Diamantes, como de Alvorada de Minas, Conceição do Mato Dentro, Couto de Magalhães de Minas, Gouveia e São Gonçalo do Rio Preto.

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O projeto, iniciado em 2009, contemplou, dentre outras ações, a qualificação dos cidadãos para receberem bem os turistas, com foco em dois eixos: hospedagem e oferta de passeios. A Emater também promovei articulação de parcerias e aprimorou a infraestrutura local, por meio de projetos sobre abastecimento de água, adequação da sinalização de pontos turísticos e melhoria das estradas de acesso. Esse segmento de turismo tem como característica a recepção do turista pelos agricultores que, além de hospedagem, oferecem os itens que produziram. Desse modo, foram realizadas também assistências técnicas para apoio na produção de hortaliças, frutas, artesanato, doces e quitandas.

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Cerca de 300 pessoas participam do projeto e já começaram a colher os resultados. Com a visibilidade que os municípios passaram a ter, artesãos da Associação Vale Circuito expuseram seus produtos nos Estados Unidos e firmaram acordos de vendas com lojas de São Paulo e Belo Horizonte. Outro indicador de sucesso é as cidades se tornaram mais atrativas para a população jovem. Depois de se formarem em cursos superiores, muitos começaram a voltar para suas cidades natais para desenvolver novas ideias.

E você, já debateu o que pode fazer para melhorar o turismo em sua cidade?

Projeto Sempre Viva promove preservação ambiental e ecoturismo na região de Mucugê

Município baiano, localizado na Chapada Diamantina, virou modelo de sustentabilidade no Brasil

O Projeto Sempre Viva foi criado inicialmente visando à proteção das sempre-vivas da Chapada Diamantina, na Bahia. Cresce na região a Syngonanthus mucugensis Giulietti, ou sempre-viva de Mucugê, uma variedade da planta que está ameaçada de extinção devido à sua exportação ilegal para Japão, Estados Unidos e Europa por mais de 30 anos.

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Atualmente, a extração era feita por populações carentes de Mucugê e região. Ao interferir na extinção dessa cadeia predatória, o projeto se tornou o mais bem sucedido da linha Projetos de Execução Descentralizada (PED) do Ministério do Meio Ambiente. O Sempre Viva surgiu a partir de parceria entre a Prefeitura de Mucugê, o Governo do Estado da Bahia, o Ministério do Meio Ambiente, a Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Salvador, a Universidade Estadual de Feira de Santana e a Caixa Econômica Federal.

Entre as ações, estão a implantação de um sistema de informação geográfica na cidade para controle de produção e monitoramento das áreas onde a espécie cresce, um projeto de educação ambiental em escolas e também para os adultos, o Parque Municipal de Mucugê e também uma Unidade de Cultivo Experimental. A Unidade estuda o cultivo da planta, que tem alto valor comercial, para promover a comercialização sustentável e também o repovoamento dos campos onde a espécie foi dizimada.

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Atualmente, o projeto é autossustentável, gerando renda a partir da cobrança de entrada (R$ 3) ao Parque Municipal do Mucugê e venda de souvenirs. O sucesso vem estimulando a criação de parques municipais nos municípios vizinhos, como Andaraí, Lençóis, Itaetê, Barra da Estiva e Ibicoara. As pesquisas, que antes eram destinadas apenas para as sempre-vivas, foram propulsoras de outros 20 estudos, que estudam espécies do ecossistemas da região. O Sempre Viva é atualmente uma referência para projetos ambientais na região da Chapada Diamantina, comprovando que apostar na defesa ambiental é possível, sustentável e gera renda.

Cidades se unem para criar passaporte turístico nos caminhos da Estrada Real

Documento, quando carimbado em várias localidades, pode virar um certificado de conclusão do caminho no final da viagem

Inspirado no Caminho de Santiago de Compostela, o passaporte Estrada Real é um documento que atesta a conclusão da rota com carimbos. Já no século XVII, a Estrada Real ligava o litoral às minas de Minas Gerais por quatro caminhos: Velho, Novo, dos Diamantes e Sabarabuçú (este último ainda não está incluído no passaporte). Eles somam 1.600 km de extensão e passam por 199 municípios e distritos (169 deles em Minas), com reservas naturais, dezenas de cachoeiras e cidades de importância histórica e artística. Os percursos podem ser feitos de carro, à pé, à cavalo ou de bicicleta. Devido à sua extensão e potencial turístico, a Estrada Real é considerada a maior rota turística do Brasil.

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À medida que os turistas passam pelas cidades participantes, eles podem ir até um dos pontos oficiais designados pelo Instituto Estrada Real e receber um carimbo daquela localidade. Ao completar o trajeto com uma quantidade mínima de carimbos, o viajante recebe um certificado de conclusão da rota. O certificado e o passaporte foram criados com o objetivo de estimular o passeio e também de fazer com que os turistas passem por mais cidades em cada caminho – nem que seja para receber mais um carimbo e tomar um café com pão de queijo.

Para pedir seu passaporte, o turista deve fazer um cadastro online e retirar sua caderneta em um dos pontos oficiais do início da Estrada Real (Ouro Preto, Diamantina, Paraty, Petrópolis ou Tiradentes) em troca de um quilo de alimento não perecível.

Instituto Estrada Real oferece ferramenta para turistas montarem seu roteiro de viagem

Com o Sitgeo, viajantes podem calcular rotas e decidir quais dos mais de 9 mil pontos de interesse eles irão visitar

Esta semana falamos sobre a maior rota turística do Brasil. Quatro caminhos da Estrada Real passam por 198 municípios e distritos de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro, e oferecem atrações para todos os gostos. Com tanta diversidade nas mãos, é natural que os turistas fiquem indecisos quanto ao que ver e o que fazer. Por isso, essa novidade pode ser uma mão na roda.

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O Instituto Estrada Real (IER) criou o Sitgeo, um guia virtual para ajudar os viajantes a planejar seu roteiro. A ferramenta foi elaborada pelo IER em parceria com o Instituto Mineiro de Desenvolvimento (IMDC) e com a TerraVision Geotecnologia e Geoinformação, empresa de tecnologia e serviços de geoprocessamento. Criada como uma extensão do Google Maps, os usuários vão escolhendo as cidades por onde querem passar. Opções de hospedagem, alimentação, atrativos históricos e naturais vão aparecendo e podem ser incluídos no roteiro. Depois de tudo escolhido, a ferramenta calcula quantos dias são necessários para realizar cada atividade marcada e ajuda a organizar a viagem dia-a-dia. Depois, o mapa com o roteiro pronto pode ser baixado para um GPS ou salvo em um mapa privado (ou público) do Google Maps.

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O Caminho dos Diamantes, de Ouro Preto a Diamantina, também está disponível no Wikiloc, serviço que permite a contribuição dos usuários nas dicas já escritas pelo IER. Para quem já quer um roteiro fechado, a Estrada Real oferece roteiros planilhados. Trajetos prontos estão no TrackSource, rede de mapas colaborativos para navegadores e receptores GPS. As atrações e roteiros foram catalogados e organizados por geógrafos em parceria com turismólogos, profissionais do IER e dos municípios que fazem parte da rota.

Centro de turismo solidário no Mali promove desenvolvimento sustentável

Projeto Teriya Bugu luta contra o êxodo rural e promove preservação do meio ambiente

A quilômetros de qualquer cidade grande, o “Centro de Turismo Solidário e Desenvolvimento Rural Teriya Bugu” floresce às margens do rio Bani, na região de Bambara, Mali. O projeto começou na década de 1980 como uma fazenda-modelo administrada pelo missionário francês Bernard Verspieren em associação com Lamine Samaké, ex-pescador do vilarejo de N’Goron. Desde então, foram criadas dezenas de atividades envolvendo solidariedade, sustentabilidade e desenvolvimento. Antes um deserto, Teriya Bugu se tornou um oásis, com mais de 200 mil árvores plantadas.

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Teriya Bugu, que significa “vilarejo da amizade” na língua bambara, começou a ser administrado por uma associação de moradores e investidores a partir de 1993. Em 2004, tornou-se também um hotel/resort. A ideia é que no futuro ele seja um centro piloto em turismo solidário e ecoturismo em Mali.

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O projeto luta contra o êxodo rural, com foco em quatro objetivos: criação de trabalho para jovens e adultos, desenvolvimento de agricultura e pecuária sustentável, preservação e recuperação do meio ambiente e provisão de serviços essenciais à comunidade – como saúde, educação, energia elétrica e água potável. Hoje, ele gera emprego para mais de 60 famílias da região, forma jovens e idosos e ainda serve como laboratório para implantação de novas tecnologias sustentáveis.

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O resort tem 27 quartos, restaurante, piscina, um pequeno zoológico e oferta de diversas atividades ecológicas aos seus hóspedes. As instalações são alimentadas por painéis solares, produção de biogás com tratamento de resíduos e compostagem. Além disso, o projeto mantém um sistema de coleta de lixo nas aldeias próximas, um programa de desenvolvimento de uma indústria de biocombustíveis e um plano de microcrédito para os trabalhadores rurais.

Fonte

 

ONG mobiliza comunidade no Camboja a cuidar de sua infraestrutura

Moradores da região de Chi-Phat passam a promover a preservação da flora e fauna por meio de ecoturismo sustentável

Chi-Phat, pequena cidade no Camboja, está situada no meio de um paraíso nas Montanhas de Cardamomo.   Olho cidades empreendedoras18

A ONG Wildlife Alliance tenta reverter esse quadro por meio de um projeto de engajamento dos moradores da região de Chi-Phat na promoção de turismo sustentável. Desde 2002, a ONG estimula a comunidade a ser a própria promotora do ecoturismo nas Montanhas de Cardamomo, por meio de treinamento em hospitalidade, eco-guias, inglês, uso de computadores e contabilidade. A comunidade também recebeu investimento em forma de infraestrutura, como 200km de trilhas na floresta, acampamentos noturnos, bicicletas, caiaques, hospedarias e “homestays”, centro de visitantes com restaurante, manejo ecológico do lixo, entre outros. Para atrair turistas, a ONG também investiu em marketing para promover as Montanhas de Cardamomo em guias turísticos, agências de viagens e na mídia.

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Hoje, graças à intervenção da ONG e ao engajamento da comunidade local, caçadores se converteram em guias que sabem tudo sobre as plantas e animais da área. Os produtores do ecoturismo agora são as 245 famílias que atuam direta e indiretamente como guias, oferecem homestay (turistas ficam nas casas das famílias e compartilham refeições), trabalham no reflorestamento de áreas destruídas pelo fogo e produzem de alimentos. Atualmente, os incêndios diminuíram em 95%, mas ainda há caça e desmatamento. Mesmo assim, essas atividades são ilegais e ações policiais e judiciais podem colocar um fim real nessas práticas.

 

Quem fez acontecer?

ONG Wildlife Alliance, em parceria com a comunidade de Chi-Phat

 

Jaboatão, PE, estabelece plano estratégico de desenvolvimento para 2020

Jaboatão 2020 busca a construção coletiva de uma cidade socialmente justa e ambientalmente responsável

47706,800,80,0,0,800,600,0,0,0,0 Jaboatão dos Guararapes é uma das cidades da região metropolitana de Recife, capital de Pernambuco. Com o crescimento da metrópole, fez-se necessário montar um plano de expansão para Jaboatão que levasse em conta a responsabilidade com o meio ambiente, integração territorial, fortalecimento da participação cidadã e preparação para resposta a situações de crise. Saiu daí o Plano de Desenvolvimento Sustentável, que começou a ser discutido em 2009 por um grupo de trabalho que envolveu membros de representantes dos cidadãos de Jaboatão.

As metas para Jaboatão 2020 são baseadas em seis eixos: igualdade, competitividade, habitabilidade, modernidade, mobilidade e serviços e bens ambientais. Seus objetivos são transformar a cidade em um bom lugar para morar, trabalhar, empreender e viver. Um dos destaques do plano diretor da cidade são o foco na queda da mortalidade infantil e dos homicídios de jovens – Jaboatão tem a segunda maior economia de Pernambuco, mas ainda convive com graves problemas de violência e saúde pública precária.

Algumas das ações previstas no plano envolvem ainda a construção de ciclovias, que integram um planejamento amplo de melhoria nos trasportes. Junto disso, o plano pretende elevar a auto estima da população por meio da cultura, conscientizando todas as pessoas de sua própria identidade histórica. São ações que vão melhorar a qualidade de vida da cidade como um todo.

Veja o plano diretor completo para Jaboatão dos Guararapes.

 

Quem fez acontecer? Prefeitura de Jaboatão dos Guararapes.

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Londres terá ponte com jardim plantado sobre o rio Tâmisa

Além da fazenda subterrânea, a cidade também prevê construção de um jardim-ponte

É sempre assim, quem conhece Londres costuma colocá-la no ranking das cidades mais incríveis da Europa. Seja pelas artes e seus escritores e pintores históricos, ou pela moda, música e design, Londres parece ser a cidade onde todo mundo deseja viver. E a cidade faz jus à essa adoração, ainda mais agora com este novo projeto que promete emoldurar as margens do Rio Tâmisa.

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The Garden Bridge é um projeto antigo imaginado pela atriz Joanna Lumley, que só agora encontrou apoio na prefeitura da cidade. Para ela, a ponte será um local para pessoas sonharem em cima de um dos maiores rios da Europa. Confira no vídeo abaixo mais detalhes do projeto da ponte-jardim:

The Garden Bridge from TTA Public Relations Ltd on Vimeo.

Apesar de enfrentar comparações desfavoráveis com o High Line  de Nova Iorque, a maioria dos cidadãos acredita que a ponte será mais um cartão postal da cidade. Ela vai conectar o Covent Garden e os teatros do West End ao novo centro cultural de South Bank. Será, na verdade, mais do que um jardim suspenso, será um jardim sobre um rio.

Liderado pelo The Garden Bridge Trust, o design inovador da Garden Bridge vai integrar um novo tipo de espaço público na malha urbana da cidade, somando-se ao rico e diversificado patrimônio hortícola de Londres. A cidade é famosa pela jardinagem e quer se manter assim para seus cidadãos e turistas.

Aliás, por falar em jardins e hortas, é também de Londres inovadora ideia das hortas subterrâneas. Abaixo da Northern Line, uma das linhas mais movimentadas do metrô da cidade, está sendo desenvolvida a 1ª plantação subterrânea da capital britânica, que já é uma atitude empreendedora citada por aqui.

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Seja acima do chão ou abaixo dele, Londres parece mesmo ter um amor especial pelos jardins e hortas. Esperamos que essas ideias influenciem outras grandes cidades e pessoas do mundo.

Quem fez acontecer?

A atriz Joanna Lumley, com o apoio na prefeitura da cidade.

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No Equador uma iniciativa revitalizou a memória histórica da capital

Em Quito um projeto trouxe uma nova cara para um dos centros históricos mais bonitos da América Latina

O desenvolvimento e a evolução de uma cidade nem sempre estão relacionados a avanços tecnológicos ou inovações científicas. Às vezes, um simples resgate da tradição pode ser a ação responsável por trazer de volta um sentimento de bem-estar e orgulho que vai inspirar as pessoas a mudar sua maneira de interagir com o entorno.

Em Quito, no Equador, visitas turísticas guiadas e a valorização da história do país estão fazendo a capital renascer. Para se ter uma ideia, a cidade tem o centro histórico mais preservado e menos alterado dentre os países da América Latina. No entanto, seus 2 milhões de habitantes não estavam acostumados a valorizar isso. Afetado por um terremoto em 1987, o centro histórico acabou perdendo seu valor e virou casa daqueles que não podiam se dar ao luxo de mudar para outro lugar mais seguro e mais caro. Suas ruelas ficaram degradadas e inseguras com o tempo.

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Ainda bem que o rumo da história tem mudado graças a uma organização que contribui para uma mudança de atitude da população. Quito Eterno  foi fundada em 2002 por jovens que queriam apresentar a história esquecida da sua cidade aos visitantes de fora. Agora, mais de uma década depois, as visitas guiadas da ONG tornaram-se um marco na educação da população jovem, e vem transformando a mentalidade coletiva do país.

Um dos idealizadores do projeto diz que eles se colocaram à frente como uma forma de educação alternativa no início, com uma ideia simples: passeios dramatizados para explorar a história da cidade e a memória cultural. Ao longo dos anos, Quito Eterno se sustentou através dos passeios e todos os seus guias são funcionários pagos. Além disso, é tudo falado em espanhol e destinado aos moradores.

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O resultado se vê nas ruas e no pensamento da população que passou a valorizar sua história e sua cidade. A consequência disso? As pessoas passam a acreditar mais em si mesmas e a cidade inspira mais inovação e confiança.

Jardins Lineares se tornam solução na qualidade de vida de Seul

A revitalização do rio Cheonggyecheon impediu a demolição de um viaduto e transformou a paisagem da cidade

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A iniciativa na cidade de Seul é considerada uma referência mundial em humanização de cidades. Além da despoluição das águas, o projeto ainda conta com a construção de parques lineares que devolveram o contato das margens do rio aos moradores.

À época, o prefeito da cidade planejou a demolição de um viaduto que cobria o canal urbano totalmente poluído. Foram cerca de 620 mil toneladas de concreto implodidos e investimentos que giraram em torno de US$ 380 milhões. Tudo para tornar realidade o que parecia impossível: assegurar a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos a partir da paisagem restaurada.

Confira nesta palestra do TEDxBeloHorizonte o professor e urbanista Roberto Andrés citando o exemplo de Seul como algo possível para tornar grandes cidades lugares melhores para se viver.

Ficou curioso sobre o que mais Seul anda fazendo para melhorar a vida de seus cidadãos e dos turistas que vistam a cidade? Confira mais alguns tópicos que valem ser destacados.

Sobre o transporte.

A cidade conta com a melhor cobertura de metrô do mundo com seus mais de 980 km de extensão e mais de 500 estações. Existe um aplicativo em que você seleciona origem e destino da sua viagem e ele avisa quando e onde fazer baldeações para chegar ao local desejado. Além do metrô, optar por taxis também pode sair barato. A cidade conta com frotas enormes de taxistas confiáveis que podem ser chamados em qualquer esquina.

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Uma cidade de serviços e comércio.

Assim como toda metrópole, Seul possui serviços e lojas que funcionam 24h por dia em praticamente todas as áreas da cidade.

Adotando uma economia do compartilhamento.

Seul está se posicionando como uma cidade modelo de compartilhamento (sharing economy). Um novo projeto, chamado Sharing City, tem como objetivo trazer a economia do compartilhamento para todos os seus cidadãos através da expansão da infraestrutura de compartilhamento, da promoção de empresas de compartilhamento já existentes, da criação de incubadoras para start-ups que adotam esse novo conceito, da utilização de recursos públicos ociosos e da disponibilização de mais acesso aos dados da administração pública e de projetos.

Viu só como a capital da Coréia do Sul pode servir de inspiração? Basta governantes não terem medo de inovar e colocar as pessoas como objetivos primordiais de seus projetos.

Quem fez acontecer?

Iniciativas públicas da cidade de Seul.

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[imagens creativecommons]